Greenbrier Maxion
A Greenbrier Maxion (GBMX), localizada em Hortolândia-SP, abriga a maior indústria ferroviária da América do Sul, e possui uma sólida expertise em projetos de vagões de carga, truques, reforma, adaptação e modernização de vagões e seus componentes.
Ciente de seu papel ambiental e social, a empresa reconhece que a sustentabilidade deve permear todos os seus processos e áreas de negócio. Por isso, adota uma postura de melhoria contínua no eixo ambiental, investindo em práticas consistentes e efetivas. Desde 2016, conta com a certificação ISO 14001:2015, e com auditorias periódicas realizadas por organismos certificadores independentes. Os temas ambientais também compõem os temas prioritários de sua matriz de materialidade, refletindo os valores e pilares corporativos da companhia.
Alinhada à sua estratégia de sustentabilidade, com foco na economia circular e no aumento do impacto ambiental positivo, a diretoria da GBMX firmou um compromisso público com seus stakeholders: eliminar o envio de resíduos a aterros sanitários, priorizando a valorização e a reintegração dos resíduos elegíveis — com destaque para ações como a recuperação de solventes usados.
Esse compromisso se materializa no Projeto Aterro Zero, uma iniciativa corporativa que integra sustentabilidade à estratégia do negócio.
O Projeto Aterro Zero traduz a convicção da Greenbrier Maxion de que a sustentabilidade é parte do negócio, não um apêndice dele. Ele reduz custos, mitiga riscos, atende aos compromissos ESG, e amplia o impacto ambiental positivo da empresa no setor ferroviário e na sociedade.
O projeto Aterro Zero é uma iniciativa estratégica que traduz o compromisso da Greenbrier Maxion com a sustentabilidade, em ações concretas e mensuráveis, alinhadas aos princípios da economia circular. Ao eliminar o envio de resíduos para aterros sanitários, a empresa adota uma abordagem sistêmica de gestão de resíduos, mapeando todo o ciclo produtivo — desde o recebimento das matérias-primas até a destinação final — e promove a integração entre áreas-chave como Engenharia, Materiais, Manufatura, Compras e Meio Ambiente.
Essa integração não apenas fortalece a governança ambiental, mas também gera impactos diretos nos resultados do negócio: reduzindo custos operacionais por meio do reaproveitamento de materiais, diminuindo o desperdício, obtendo maior eficiência logística, e priorizando soluções ambientalmente corretas, mesmo em detrimento de opções mais baratas, porém menos sustentáveis.
O projeto também contribui significativamente para a mitigação de riscos legais e ambientais, assegurando conformidade com legislações e normas aplicáveis. Ao mesmo tempo, reforça a reputação institucional da empresa junto aos clientes, investidores e à sociedade, consolidando sua imagem como referência em práticas industriais sustentáveis.
Além disso, o Aterro Zero impulsiona a inovação contínua nos processos e produtos, fortalece a cultura interna de responsabilidade socioambiental, e amplia a competitividade da empresa em um mercado cada vez mais orientado por critérios ESG. Com isso, a Greenbrier Maxion avança em sua jornada rumo à uma indústria mais eficiente, e alinhada às demandas do futuro.
O projeto Aterro Zero distingue-se por sua abordagem inovadora e transversal, que ultrapassa os limites da gestão convencional de resíduos ao promover uma transformação cultural genuína dentro da Greenbrier Maxion. A máxima “Meio ambiente, um compromisso de todos” tornou-se um pilar da estratégia, ao redistribuir responsabilidades e fomentar o engajamento ativo de todas as áreas — de Engenharia a Operações — na busca por soluções sustentáveis integradas ao negócio.
Entre os principais diferenciais, destaca-se o estímulo ao redesenho de produtos e processos com foco em prevenção de geração de resíduos. Um exemplo é a adoção de peças fundidas que eliminam etapas de soldagem durante a montagem, resultando em menor consumo de insumos, simplificando processos, e reduzindo significativamente as perdas.
Outro marco inovador foi a implementação de uma recuperadora de solventes, que insere o conceito de economia circular de forma prática e eficaz. Com aproveitamento superior a 67%, o solvente regenerado retorna ao processo produtivo, enquanto o resíduo remanescente é destinado à indústria de tintas, fortalecendo uma cadeia produtiva sustentável e de valor agregado.
Além disso, o projeto elevou o padrão de coleta seletiva na planta industrial por meio da implantação de novos equipamentos, da correta segregação na central de resíduos, e da valorização de materiais. Essa melhoria permitiu identificar resíduos antes não aproveitados, e que agora são destinados à coprocessamento e à compostagem, reduzindo significativamente os impactos ambientais e os custos associados ao descarte em aterros.
A empresa também realiza a venda de toda a sucata do aço gerado em seu processo produtivo industrial, ou seja, toda a sucata é reciclada em novos materiais. Nos últimos dois anos, cerca de 7 mil toneladas de sucata foram vendidas e assim, deixaram de ser destinados para um descarte convencional de resíduos, e foram recicladas. Essa ação tem impactos positivos não só no meio ambiente, mas também na economia circular, e na geração de renda para a própria empresa.
A combinação entre inovação tecnológica, reengenharia de processos e mobilização cultural transforma o Aterro Zero em uma prática pioneira no setor. Trata-se de uma iniciativa que não apenas impulsiona a sustentabilidade, mas também contribui diretamente para a eficiência operacional, a competitividade do negócio, e o fortalecimento da reputação institucional da empresa.
A Greenbrier Maxion (GBMX), localizada em Hortolândia-SP, abriga a maior indústria ferroviária da América do Sul, e possui uma sólida expertise em projetos de vagões de carga, truques, reforma, adaptação e modernização de vagões e seus componentes.
Ciente de seu papel ambiental e social, a empresa reconhece que a sustentabilidade deve permear todos os seus processos e áreas de negócio. Por isso, adota uma postura de melhoria contínua no eixo ambiental, investindo em práticas consistentes e efetivas. Desde 2016, conta com a certificação ISO 14001:2015, e com auditorias periódicas realizadas por organismos certificadores independentes. Os temas ambientais também compõem os temas prioritários de sua matriz de materialidade, refletindo os valores e pilares corporativos da companhia.
Alinhada à sua estratégia de sustentabilidade, com foco na economia circular e no aumento do impacto ambiental positivo, a diretoria da GBMX firmou um compromisso público com seus stakeholders: eliminar o envio de resíduos a aterros sanitários, priorizando a valorização e a reintegração dos resíduos elegíveis — com destaque para ações como a recuperação de solventes usados.
Esse compromisso se materializa no Projeto Aterro Zero, uma iniciativa corporativa que integra sustentabilidade à estratégia do negócio.
O Projeto Aterro Zero traduz a convicção da Greenbrier Maxion de que a sustentabilidade é parte do negócio, não um apêndice dele. Ele reduz custos, mitiga riscos, atende aos compromissos ESG, e amplia o impacto ambiental positivo da empresa no setor ferroviário e na sociedade.
Os resultados obtidos com o Projeto Aterro Zero são transversais, com impactos expressivos tanto no aspecto ambiental quanto no social, e reforçam o compromisso da empresa com a sustentabilidade e a economia circular.
Um dos principais marcos ambientais do projeto é a economia circular aplicada à gestão de solventes. Em 2024, foram enviados 7.300 litros de solvente usados para recuperação. Desse total, 4.895 litros foram reprocessados e retornaram ao processo de limpeza, superando a meta estabelecida de 60% de reaproveitamento. Esse resultado demonstra não apenas a eficiência técnica do processo, mas também o comprometimento real com a reutilização de resíduos e a redução do consumo de recursos naturais.
Outro avanço relevante está relacionado à redução dos resíduos destinados ao aterro sanitário. Como base de comparação, em 2023 foram destinadas 133 toneladas de resíduos para o aterro. Em 2024, até o mês de outubro, esse número já havia sido reduzido para 45 toneladas, resultado de estratégias consistentes de redução, segregação e valorização de resíduos. Em novembro de 2024, atingimos efetivamente o marco do Aterro Zero, com todos os resíduos antes destinados ao aterro sendo encaminhados para o coprocessamento ou compostagem. Esse feito reforça o compromisso da empresa com a gestão ambiental responsável, e a eliminação de impactos negativos relacionados ao descarte inadequado.
Além da redução direta de impactos ambientais, o projeto também mitiga impactos sociais, já que os aterros sanitários, mesmo regulamentados, representam fontes de risco e degradação para o entorno e para gerações futuras. Ao eliminar a destinação a esses locais, a empresa contribui para um modelo produtivo mais limpo e para uma convivência mais equilibrada com as comunidades do seu entorno.
E comprometidos com a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva no segmento ferroviário, a Greenbrier Maxion apoia a renovação da frota dos vagões antigos para a melhoria da eficiência do transporte no país. Quando falamos da idade da frota brasileira, dos 156.878 vagões existentes, temos 115.538 em operação sendo:
• 43% desses vagões tendo + de 30 anos;
• 29.286 vagões com mais de 50 anos, sendo 3.568 vagões tanque que deveriam ser sucateados;
• 8.863 vagões com mais de 65 anos, que reforçam a urgência da renovação de frota e do investimento em novas tecnologias para a eficiência operacional do setor;
A renovação da frota trará mais eficiência e competitividade para as ferrovias, que se beneficiarão com a aquisição de vagões mais tecnológicos e inovadores, e consequentemente mais sustentáveis, beneficiando toda a cadeia produtiva com a:
• Redução de 58 milhões de litros de combustível por ano (1 vagão = 3 caminhões);
• Redução de 150 mil toneladas de emissão de poluentes por ano;
• Maior sustentabilidade ambiental, com menor emissão de Gases de Efeito Estufa (mais carga útil por litro de diesel transportada);
• Aumento da produtividade das concessionárias em 32%
Além da utilização de vagões mais novos, deve-se também dar atenção especial para a melhoria da eficiência do trem. Projetos de vagões mais recentes são mais leves, como por exemplo no Hopper HTT 2.0 – grãos, que possui um design mais preocupado com a questão aerodinâmica, o que garante:
• 4% a mais na capacidade nominal;
• Ganhos de até 8t de carga/vagão;
• – 2,3% de emissões de GEE;
• Redução de até 15% no consumo de combustível;
Como parte do compromisso contínuo da empresa com a sustentabilidade e alinhados à estratégia de Aterro Zero, iniciamos um projeto de reflorestamento com o plantio de mudas realizado por funcionários e seus familiares. Esta iniciativa marca o início de um esforço mais amplo, em que foi realizado o plantio de mais de 1.000 mudas de espécies nativas. O envolvimento das famílias reforça nosso propósito, e fortalece a nossa conexão com o meio ambiente. Com essa ação, buscamos contribuir para a redução de 150 toneladas de CO2 por ano, reafirmando o engajamento da empresa na mitigação dos impactos ambientais e na promoção da biodiversidade.
Esses resultados comprovam que o Projeto Aterro Zero e todas as inciativas em produtos e processos não é apenas uma meta ambiental, mas sim uma ferramenta estratégica de transformação organizacional, inovação e responsabilidade socioambiental, com benefícios concretos e duradouros para a empresa e para a sociedade.
A consolidação do Projeto Aterro Zero na Greenbrier Maxion é resultado direto do forte envolvimento da liderança, da mobilização de colaboradores, e da integração de princípios éticos, processos estruturados e ações sustentáveis em todos os níveis da organização.
Desde sua concepção, o projeto contou com o apoio integral da Alta Direção, em especial do presidente da empresa, que assumiu publicamente o compromisso com o Aterro Zero perante os stakeholders. Esse posicionamento institucional fortaleceu a iniciativa internamente, elevando-a à condição de plano estratégico corporativo. A liderança atuou como catalisadora de mudanças, influenciando decisões, alocando recursos e consolidando a sustentabilidade como um valor central e transversal à operação.
O projeto foi desdobrado em metas, indicadores e planos de ação aplicados às diversas áreas da empresa, assegurando a sua governança e o monitoramento contínuo. O modelo de gestão adotado envolve o mapeamento completo das etapas produtivas, a definição de objetivos claros, a avaliação de desempenho e a revisão sistemática das práticas com base em dados e lições aprendidas. A recuperação de solventes, a reestruturação da coleta seletiva, e a valorização de resíduos são exemplos concretos de ações sustentadas por esse modelo.
O engajamento das equipes operacionais é igualmente decisivo para o êxito da prática. A cultura de responsabilidade ambiental é estimulada por meio de ações de comunicação interna e sensibilização contínua, como o DDS (Diálogo Diário de Segurança), e a SIPATMA (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho e Meio Ambiente). Esses instrumentos reforçam que cada colaborador tem um papel relevante na coleta seletiva, na segregação correta dos resíduos, e na redução de desperdícios — promovendo senso de pertencimento e corresponsabilidade.
A prática está plenamente alinhada aos princípios de ética corporativa, conformidade legal e responsabilidade socioambiental. Todas as ações são conduzidas com transparência, e em conformidade com a legislação ambiental vigente, o que fortalece a governança, reduz riscos e amplia a credibilidade institucional da empresa.
O Aterro Zero tornou-se um elo entre os valores ambientais da organização e seus objetivos operacionais, gerando um ambiente mais limpo, eficiente e alinhado aos desafios contemporâneos da indústria. O projeto evidencia que sustentabilidade é um esforço coletivo e estratégico — capaz de gerar valor, e promover a melhoria contínua no ambiente de trabalho para consolidar o posicionamento da empresa como referência em práticas ambientais responsáveis.
O Projeto Aterro Zero possui alto potencial de disseminação e replicabilidade em outras organizações, especialmente aquelas cujas lideranças estão comprometidas com os pilares da sustentabilidade nas dimensões ambiental, social e econômica. A experiência da Greenbrier Maxion demonstra que, com o engajamento da Alta Direção e o alinhamento das áreas operacionais, é possível estruturar práticas ambientalmente responsáveis com impactos mensuráveis e sustentáveis no tempo.
A continuidade e a replicação do projeto são viabilizadas por sua integração, com sistemas de gestão ambiental consolidados, como a ISO 14001. Essa norma fornece uma base robusta para a padronização de práticas, o monitoramento contínuo de indicadores, a análise sistemática de dados, e a melhoria contínua. Com isso, o modelo permite adaptações estratégicas baseadas em evidências, assegurando longevidade às ações e a capacidade de expansão para outras unidades ou setores.
Outro fator essencial para a replicabilidade é a criação de redes colaborativas com fornecedores, clientes e comunidades. O Aterro Zero incorpora uma abordagem de parcerias de valor, nas quais soluções ambientais são desenvolvidas e implementadas em conjunto, fortalecendo a cultura da sustentabilidade além dos limites da organização. Essa lógica de cooperação e corresponsabilidade aumenta o impacto positivo do projeto, e inspira outras empresas a seguirem caminhos semelhantes.
Além disso, a padronização de procedimentos, a documentação de boas práticas e a formação contínua de colaboradores, tornam o modelo altamente transferível, inclusive para diferentes segmentos industriais. A capacidade de gerar resultados consistentes, com base em indicadores de desempenho ambiental, permite à prática ser ajustada à realidade de outras operações sem perda de eficácia.
A Greenbrier Maxion entende que o Aterro Zero não representa um ponto final, mas um marco em uma jornada contínua de evolução. O atingimento da meta de eliminação do envio de resíduos para aterros é, ao mesmo tempo, um resultado e um ponto de partida para novos avanços. Essa visão sustenta o compromisso da empresa com a transformação cultural, com o aperfeiçoamento dos processos, e com a construção de um legado ambiental positivo, dentro e fora da organização.
Dessa forma, o projeto se consolida como uma prática replicável, escalável e perene — capaz de ser adaptada por outras empresas, e inspirando ações, que contribuem para um modelo de desenvolvimento mais sustentável e colaborativo em toda a cadeia industrial.