CBA
A CBA emprega modelos avançados de projeções climáticas para avaliar a possibilidade de impactos futuros e orientar investimentos estratégicos. Utilizando seis ferramentas para projeções climática como o AqueDuct do WRI e o Water Risk Filter da WWF e o ADAPTA Brasil do MCTI, a Companhia analisa variações potenciais de aspectos climáticos e riscos regionais para mapear riscos e oportunidades futuras. Com os resultados obtidos de todas essas ferramentas foi criado o Índice de Vulnerabilidade Climática da CBA, o qual foi aplicado para todas as unidades criando um sistema de ranqueamento de vulnerabilidade das plantas às mudanças do clima que possibilita delimitar frentes de fragilidade em cada instalação e suportar processos de priorizações de investimentos e atividades com foco em adaptação. O monitoramento contínuo das tendências climáticas permite o desenvolvimento de estratégias de curto, médio e longo prazo, permitindo que a Companhia invista na modernização de suas unidades produtivas, garantindo maior eficiência e menor dependência de recursos. Esse planejamento antecipado fortalece sua competitividade e assegura que sua operação seja mais resiliente para enfrentar desafios climáticos cada vez mais intensos e frequentes. Também são realizados workshops multidisciplinares com áreas como operações, energia, saúde e segurança, logística, meio ambiente e engenharia, ampliando o nível de engajamento interno e de capacitação técnica para a integração do tema na rotina dos negócios. Um diferencial da prática é o mapeamento de ações customizadas para suas unidades.
Enquanto isso, nas comunidades, o programa AGP Ação Climática desenvolve e implementa diferentes ferramentas que auxiliam a gestão pública por meio de trilhas de formações e mentorias, oferecendo a oportunidade de aumentar as capacidades institucional e de planejamento, reduzindo os impactos humanos e financeiros decorrentes dos eventos climáticos extremos.
A iniciativa aborda duas perspectivas da agenda climática:
• Gestão de riscos de desastres: processo contínuo que busca prevenir ou reduzir riscos de desastres climáticos apoiado por estruturas institucionais e comunitárias, passando por riscos passados, presentes e futuros;
• Adaptação à mudança climática e resiliência: conjunto de iniciativas que tornam as comunidades mais capazes de enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, respeitando as características locais.
Fundamentada no conceito de justiça climática, a atuação do programa começa com a aplicação de um checklist para identificar o nível de maturidade de gestão do território na temática do clima. A partir daí, os municípios iniciam seus ciclos formativos de mentorias, além do desenvolvimento de ferramentas aplicadas à realidade e aos desafios locais.
A prática é inovadora pelo foco em municípios de pequeno e médio porte e por possuir uma aplicação viável não só na cadeia do alumínio e do segmento industrial, mas para todo município com interesse no enfrentamento das mudanças do clima. Além disso, integra de forma estratégica e sistêmica as diversas dimensões que compõe as temáticas de adaptação climática e justiça climática e demanda que os trabalhos sejam realizados de forma transversal a diversas pastas administrativas e junto à sociedade civil.
O contexto de emergência climática impõe ao setor industrial desafios significativos — sobretudo para empresas eletrointensivas — relacionados à transição energética, à adaptação a eventos extremos e ao atendimento às demandas de stakeholders por transparência e resiliência. A CBA, como produtora de alumínio com uma das menores pegadas de carbono do setor, entende que mitigar e se adaptar às mudanças climáticas é fundamental para garantir competitividade, continuidade operacional e acesso a mercados cada vez mais exigentes. A prática de adaptação climática da CBA reduz riscos físicos e operacionais, orienta a alocação de recursos e fortalece a capacidade de antecipação diante de fenômenos como secas prolongadas, alagamentos, deslizamentos, escassez hídrica, chuvas intensas e oscilações de temperatura e ventos intensos. Ao integrar dados de projeções climáticas aos seus processos de planejamento estratégico e tomada de decisão, a Companhia se prepara para enfrentar cenários adversos com mais agilidade e eficiência. A CBA também avalia riscos de transição, e como o avanço e agravamento das mudanças climáticas pode gerar impactos negativos para o mercado e sociedade, e como essas ocorrências acabam se refletindo nas atividades da empresa, seja impactando em custos e rentabilidade como também em competitividade de mercado.
A emergência climática, da mesma forma que pandemias, não respeita fronteiras geográficas e/ou políticas e também impõe desafios à sociedade em geral, em especial à gestão pública. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), entre 2013 e 2022, desastres naturais como tempestades, inundações, enxurradas e alagamentos atingiram 5.199 municípios brasileiros – 93% do total (5.570). Além disso, cerca de um quinto (18,6%) dos municípios pode entrar em estado de emergência climática permanente, conforme mapeamento realizado em 2023 pelo Ministério do Meio Ambiente. Dessa forma, adotar medidas de adaptação em diversos níveis são imprescindíveis e urgentes.
No cenário brasileiro, os municípios de pequeno porte (mais de 70% da malha territorial do país) se enquadram dentre territórios mais frágeis neste aspecto, por terem menos acesso a recursos e investimentos, menor visibilidade do problema da situação e baixa capacidade institucional para endereçar o problema, quando do que comparado a municípios maiores ou capitais. Formar e exercitar uma inteligência coletiva para identificar riscos e oportunidades de trabalho entre empresas, comunidades e gestão pública pela adaptação climática é fundamental.
A implementação do programa “AGP Ação Climática” é uma das estratégias para os objetivos de sustentabilidade da CBA, responsável por fomentar medidas de adaptação nos municípios da sua área de influência, a Companhia contribui para o bem-estar e a resiliência das comunidades locais e seus empregados e empregadas. Ao reduzir os riscos climáticos nesses territórios, a iniciativa ajuda a prevenir possíveis interrupções nas operações industriais, protegendo a cadeia de valor e a infraestrutura da empresa frente a eventos climáticos extremos.
Além disso, a iniciativa contribui para consolidar o posicionamento da CBA como referência em sustentabilidade, fortalecendo sua reputação junto a investidores, clientes, parceiros institucionais e comunidades. O compromisso com a adaptação climática impulsiona a inovação e responde às exigências de regulação e aos critérios ESG cada vez mais relevantes em compras públicas e privadas, políticas de financiamento e acesso a mercados internacionais.
A CBA emprega modelos avançados de projeções climáticas para avaliar a possibilidade de impactos futuros e orientar investimentos estratégicos. Utilizando seis ferramentas para projeções climática como o AqueDuct do WRI e o Water Risk Filter da WWF e o ADAPTA Brasil do MCTI, a Companhia analisa variações potenciais de aspectos climáticos e riscos regionais para mapear riscos e oportunidades futuras. Com os resultados obtidos de todas essas ferramentas foi criado o Índice de Vulnerabilidade Climática da CBA, o qual foi aplicado para todas as unidades criando um sistema de ranqueamento de vulnerabilidade das plantas às mudanças do clima que possibilita delimitar frentes de fragilidade em cada instalação e suportar processos de priorizações de investimentos e atividades com foco em adaptação. O monitoramento contínuo das tendências climáticas permite o desenvolvimento de estratégias de curto, médio e longo prazo, permitindo que a Companhia invista na modernização de suas unidades produtivas, garantindo maior eficiência e menor dependência de recursos. Esse planejamento antecipado fortalece sua competitividade e assegura que sua operação seja mais resiliente para enfrentar desafios climáticos cada vez mais intensos e frequentes. Também são realizados workshops multidisciplinares com áreas como operações, energia, saúde e segurança, logística, meio ambiente e engenharia, ampliando o nível de engajamento interno e de capacitação técnica para a integração do tema na rotina dos negócios. Um diferencial da prática é o mapeamento de ações customizadas para suas unidades.
Enquanto isso, nas comunidades, o programa AGP Ação Climática desenvolve e implementa diferentes ferramentas que auxiliam a gestão pública por meio de trilhas de formações e mentorias, oferecendo a oportunidade de aumentar as capacidades institucional e de planejamento, reduzindo os impactos humanos e financeiros decorrentes dos eventos climáticos extremos.
A iniciativa aborda duas perspectivas da agenda climática:
• Gestão de riscos de desastres: processo contínuo que busca prevenir ou reduzir riscos de desastres climáticos apoiado por estruturas institucionais e comunitárias, passando por riscos passados, presentes e futuros;
• Adaptação à mudança climática e resiliência: conjunto de iniciativas que tornam as comunidades mais capazes de enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, respeitando as características locais.
Fundamentada no conceito de justiça climática, a atuação do programa começa com a aplicação de um checklist para identificar o nível de maturidade de gestão do território na temática do clima. A partir daí, os municípios iniciam seus ciclos formativos de mentorias, além do desenvolvimento de ferramentas aplicadas à realidade e aos desafios locais.
A prática é inovadora pelo foco em municípios de pequeno e médio porte e por possuir uma aplicação viável não só na cadeia do alumínio e do segmento industrial, mas para todo município com interesse no enfrentamento das mudanças do clima. Além disso, integra de forma estratégica e sistêmica as diversas dimensões que compõe as temáticas de adaptação climática e justiça climática e demanda que os trabalhos sejam realizados de forma transversal a diversas pastas administrativas e junto à sociedade civil.
A CBA emprega modelos avançados de projeções climáticas para avaliar a possibilidade de impactos futuros e orientar investimentos estratégicos. Utilizando seis ferramentas para projeções climática como o AqueDuct do WRI e o Water Risk Filter da WWF e o ADAPTA Brasil do MCTI, a Companhia analisa variações potenciais de aspectos climáticos e riscos regionais para mapear riscos e oportunidades futuras. Com os resultados obtidos de todas essas ferramentas foi criado o Índice de Vulnerabilidade Climática da CBA, o qual foi aplicado para todas as unidades criando um sistema de ranqueamento de vulnerabilidade das plantas às mudanças do clima que possibilita delimitar frentes de fragilidade em cada instalação e suportar processos de priorizações de investimentos e atividades com foco em adaptação. O monitoramento contínuo das tendências climáticas permite o desenvolvimento de estratégias de curto, médio e longo prazo, permitindo que a Companhia invista na modernização de suas unidades produtivas, garantindo maior eficiência e menor dependência de recursos. Esse planejamento antecipado fortalece sua competitividade e assegura que sua operação seja mais resiliente para enfrentar desafios climáticos cada vez mais intensos e frequentes. Também são realizados workshops multidisciplinares com áreas como operações, energia, saúde e segurança, logística, meio ambiente e engenharia, ampliando o nível de engajamento interno e de capacitação técnica para a integração do tema na rotina dos negócios. Um diferencial da prática é o mapeamento de ações customizadas para suas unidades.
Enquanto isso, nas comunidades, o programa AGP Ação Climática desenvolve e implementa diferentes ferramentas que auxiliam a gestão pública por meio de trilhas de formações e mentorias, oferecendo a oportunidade de aumentar as capacidades institucional e de planejamento, reduzindo os impactos humanos e financeiros decorrentes dos eventos climáticos extremos.
A iniciativa aborda duas perspectivas da agenda climática:
• Gestão de riscos de desastres: processo contínuo que busca prevenir ou reduzir riscos de desastres climáticos apoiado por estruturas institucionais e comunitárias, passando por riscos passados, presentes e futuros;
• Adaptação à mudança climática e resiliência: conjunto de iniciativas que tornam as comunidades mais capazes de enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, respeitando as características locais.
Fundamentada no conceito de justiça climática, a atuação do programa começa com a aplicação de um checklist para identificar o nível de maturidade de gestão do território na temática do clima. A partir daí, os municípios iniciam seus ciclos formativos de mentorias, além do desenvolvimento de ferramentas aplicadas à realidade e aos desafios locais.
A prática é inovadora pelo foco em municípios de pequeno e médio porte e por possuir uma aplicação viável não só na cadeia do alumínio e do segmento industrial, mas para todo município com interesse no enfrentamento das mudanças do clima. Além disso, integra de forma estratégica e sistêmica as diversas dimensões que compõe as temáticas de adaptação climática e justiça climática e demanda que os trabalhos sejam realizados de forma transversal a diversas pastas administrativas e junto à sociedade civil.
Impactos nas operações A prática reforça a capacidade de mitigação da Companhia, ao reduzir sua exposição a riscos associados a eventos extremos e ampliar o uso de projeções climáticas como ferramenta de gestão e apoio na tomada de decisão das lideranças. Em 2024, todas as unidades tiveram suas projeções atualizadas e incrementadas com duas novas ferramentas, com base em cenários otimistas, pessimistas e “business as usual” e modelagens específicas para cada região.
Foi realizada uma avaliação de correlação entre os riscos climáticos corporativos e como eles podem ser influenciados pelas mudanças previstas nas projeções climáticas e quais as implicações que essas alterações podem gerar nas estruturas físicas das unidades. Isso resultou em ações voltadas à segurança hídrica, à proteção de ativos, manutenção e modernização de estruturas e à eficiência no uso de recursos naturais e energéticos.
Ao longo da série de workshops com as unidades priorizadas foi possível mapear 119 impactos potenciais por ocorrências climáticas para as atividades das áreas e 71 ações de adaptação para avaliação dos times internos para abastecimento de plano de adaptação da Companhia.
Impactos nos territórios
Apresentado em 2023, durante a programação oficial da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28), em Dubai, o AGP Ação Climática iniciou a implementação de seu projeto piloto em 2024, em dois municípios: Juquitiba (SP) e Muriaé (MG). A experiência tem revelado resultados interessantes, por meio: do trabalho direto com representantes de diferentes órgãos; governança multifatores, com envolvimento estruturado e permanente da sociedade civil organizada e de instituições; produção de soluções e ferramentas a partir das vulnerabilidades climáticas específicas de cada território.
Essa abordagem fortalece capacidades institucionais locais, amplia o diálogo com comunidades e gera impactos estruturantes para a sociedade. Ao longo de 2024 foram mobilizadas mais de 170 pessoas nesses dois municípios, além de 52 líderes de execução de grupos de trabalho, 34 instituições públicas e 19 organizações privadas e da sociedade civil, em mais de 110 horas de mentoria. Também são resultados do Programa:
Aumento de capacidades técnicas e gerenciais sobre a agenda de adaptação: os dois municípios receberam capacitações sobre governança, fontes de recursos e ações para a agenda;
Fortalecimento da integração entre secretarias e de parcerias externas: ocorreram ações conjuntas entre secretarias, aumentando a transversalidade do tema, e que envolveram organizações externas públicas e privadas;
Instrumentalização das equipes para construção e gestão de políticas de adaptação: foram trabalhados o acesso, a sistematização e a manutenção de dados essenciais para a gestão de políticas;
Definições de áreas e de pessoas prioritárias para as políticas relacionadas aos riscos climáticos: foram construídas e/ou atualizadas as análises sobre riscos e vulnerabilidades climáticas;
Estabelecimento de medidas de adaptação: definição e priorização de medidas de adaptação e resiliência, com base nos riscos climáticos;
Melhoria da comunicação para a população: definições de estratégias para que a população local esteja mais apropriada dos riscos climáticos e do que deve ser feito.
Em Juquitiba-SP, o primeiro ano do AGP Ação Climática proporcionou um olhar integrado entre as agendas de Gestão de Risco de Desastres, Adaptação e Resiliência no município, além de trazer uma compreensão dos desafios e oportunidades para o fortalecimento das capacidades municipais. Durante a implementação do projeto o município galgou avanços importantes no entendimento dos dados disponíveis e quais as principais vulnerabilidades a serem trabalhadas, culminando em um plano de comunicação municipal e em um planejamento estratégico associado ao tema.
Em Muriaé, o objetivo, nesse primeiro ciclo, foi compreender o grau de maturidade do município em relação à temática, a interdisciplinaridade para gestão dos riscos e desastres, além dos recursos e intervenções que podem ter maior aceitação e impacto, afetando positivamente a gestão pública local, com foco na adaptação e resiliência.
Vale destacar em ambos os municípios o engajamento entre as diversas secretarias municipais, órgãos públicos e sociedade civil para a institucionalização da agenda de adaptação e resiliência climática de forma democrática e inclusiva.
A liderança da CBA foi fundamental para o sucesso da prática, com envolvimento direto da presidência, Diretoria e Comitês que assessoram tanto a diretoria quanto o Conselho de Administração (Comitê de Sustentabilidade e Projetos de Capital, Comitê de Mudanças Climáticas, Comitê de Segurança Hídrica e Comitê de Auditoria). O tema de adaptação foi tratado como prioridade dentro da governança da Estratégia ESG 2030 e articulado com outras alavancas, como Mudanças Climáticas, Cadeia de Valor Sustentável e Legado Social. Quanto à frente de adaptação climática das operações, a alta gestão participou ativamente da definição do escopo da prática, etapas de priorização, seleção das ferramentas de análise climática, mobilização interna e do acompanhamento dos resultados. Toda a temática de riscos climáticos segue os processos de gestão de Riscos Corporativos da Companhia, passando pelas etapas de identificação, análise, avaliação, tratamento e monitoramento. Os resultados das projeções climáticas e ações de adaptação são adicionadas aos cadastros dos riscos junto com uma lista de ações de controle e acompanhamento contínuo.
Quanto ao AGP Ação Climática, a alta liderança foi envolvida desde a construção da Iniciativa Ação Climática, em especial, o Comitê de Sustentabilidade e Projetos de Capital, além da equipe técnica de Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Para o desenvolvimento da iniciativa houve a definição de uma governança própria com o envolvimento também de parceiros externos e referências de mercado.
Na implementação dos pilotos, a governança do projeto nos municípios conta com grupos de trabalho com participação de atores locais da sociedade civil e parceiros técnicos para que contribuem com a execução das ações para o fortalecimento de competências. Internamente, a gestão é realizada em reuniões entre CBA e Instituto Votorantim e periodicamente reportada aos Comitê de Sustentabilidade e Projetos de Capital, Comitê de Mudanças Climáticas e Comitê de Segurança Hídrica.
As metodologias adotadas têm alto potencial de disseminação, tanto no setor industrial quanto em outras áreas que enfrentam riscos climáticos relevantes. A combinação de projeções climáticas, engajamento interno, planos de ação customizados, Índices de Vulnerabilidade e governança estruturada pode ser replicada em empresas com múltiplos ativos e operações distribuídas. Vale ressaltar que todas as projeções climáticas realizadas pela Companhia utilizaram ferramentas climáticas gratuitas e disponíveis para todos, e contou com tempo de dedicação de times internos da CBA, sem a necessidade de contratação de consultorias de apoio.
Tais aspectos também orientaram o desenvolvimento da Iniciativa Ação Climática, com o desenvolvimento e disponibilização pública das ferramentas (Índice de Vulnerabilidade Climática e Checklist de Adaptação Climática para Municípios) bem como a priorização de soluções de baixo custo na implementação do AGP Ação Climática considerando soluções acessíveis e adaptadas às realidades financeiras dos municípios. Essas soluções são baseadas em políticas e recursos públicos existentes, aproveitando dados públicos e plataformas de informações para apoiar o planejamento e a tomada de decisões eficazes.
A continuidade das práticas está garantida por sua integração à Estratégia ESG 2030 e ao modelo de governança da Companhia. Os desdobramentos incluem a ampliação para outras áreas de negócio e fornecedores, bem como o aprofundamento da atuação com municípios e territórios. Para o AGP Ação Climática a partir do foco no desenvolvimento de competências técnicas e de gestão e a implementação de ferramentas acessíveis e adaptadas à acordo com a capacidade técnica e o interesse de cada município busca-se que mesmo após a conclusão do projeto os resultados alcançados permaneçam e que com a capacidade institucional fortalecida o município continue o processo de desenvolvimento e enfrentamento à mudança do clima.
Além disso, a CBA compartilha suas experiências em fóruns empresariais, participa de grupos de trabalho setoriais e publica os avanços em relatórios e plataformas como o CDP. Isso contribui para a disseminação do conhecimento, incentiva parcerias e inspira outras organizações a adotarem práticas semelhantes.