Ano: 2025

Conservador das Araúcarias

Tetra Pak

Categoria: Produtos ou Serviços

Aspectos Gerais da Prática:

Até o final de 2030, o Conservador das Araucárias pretende ter em restauração cerca de 7 mil hectares de Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade e um dos mais ameaçados de extinção do mundo, com possibilidade de gerar créditos de carbono, que serão validados frente a um padrão internacional. O objetivo é facilitar a realização de outras iniciativas dessa natureza e deixar um legado de conservação ambiental deste bioma.
O Conservador das Araucárias inclui também a elaboração de projetos técnicos de regeneração natural específicos para cada área, com orientações para adequação ambiental das propriedades. As intervenções de restauração, como semeadura direta e enriquecimento ecológico ativo e passivo, possibilitam a recuperação de água e a fertilidade do solo das áreas restauradas, valorizando as propriedades que têm no pagamento pelo carbono acumulado a possibilidade de geração de renda. A manutenção e recuperação de serviços ecossistêmicos, isto é, dos benefícios da natureza para os seres humanos, garantem a manutenção da biodiversidade, também fundamental para o bem-estar das pessoas.

O projeto prevê ainda a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Nacional (RPPNs) como forma de garantir a conservação das florestas no longo prazo.

O programa também incentiva, constrói e fortalece as relações de parceria, integrando diferentes atores, fundamental para o avanço de agendas coletivas em prol da restauração dos ecossistemas, do combate às mudanças climáticas e da implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

Em conjunto com a Apremavi, desenvolveu-se um modelo de restauração ecológica      da Mata Atlântica, que inclui a restauração florestal de áreas alteradas em propriedades rurais, com espécies nativas, aliada à captura de carbono para mitigar as mudanças climáticas. As mudas utilizadas no projeto de restauração são todas preparadas no      Viveiro Jardim das Florestas da Apremavi, que produz mudas em embalagem de papel de mais de 200 espécies, a maioria nativa da Mata Atlântica.

O projeto visa beneficiar as comunidades locais, a flora, a funga e a fauna da região e agregar esforços para promover a biodiversidade e combater as mudanças climáticas.

Relevância para o Negócio:

Reforçando o ponto de partida de que, para Tetra Pak, a sustentabilidade é sua estratégia de negócios, o Conservador das Araucárias tem um papel fundamental dentro do planejamento do global do grupo. A Natureza e a biodiversidade estão diretamente interligadas aos sistemas alimentares e, por isso, a empresa entende que é preciso trabalhar em diversas frentes para mitigar efeitos climáticos e ambientais em toda a sua cadeia de valor. Esse posicionamento tem elevado o sentido de valor, junto a seus stakeholders, da Tetra Pak.
O projeto tem metas claras de descarbonização com o objetivo de, até 2030, restaurar 7.000 hectares, o que permitirá neutralizar cerca de 70 mil toneladas de CO2 por ano. Essa iniciativa contribui de forma decisiva para que a Tetra Pak atinja suas metas climáticas – incluindo emissões zero em toda a cadeia até 2050 –, além de servir como modelo para outras empresas e regiões.

Além dos benefícios climáticos, as áreas consideradas no projeto podem desempenhar um papel essencial na adequação ambiental das propriedades, na manutenção dos recursos hídricos, na conservação da biodiversidade e na criação de corredores ecológicos, trazendo benefícios econômicos, ambientais e sociais para a região a médio e longo prazo. Reforçando a ambição em promover a restauração florestal, o projeto tem como meta plantar até 1 milhão de mudas por ano. O Conservador das Araucárias também é uma oportunidade de agregar renda para os pequenos proprietários, especialmente àquelas propriedades – situação comum na região de abrangência do projeto, especialmente as montanhosas – com áreas subutilizadas para a agropecuária ou com áreas de preservação permanente ou reserva legal a serem restauradas.  Aliada à antecipação de pagamento de carbono e à exploração de produtos florestais não madeireiros, como é o caso dos frutos nativos, a adequação ambiental das propriedades abre caminho para a diversificação de renda.

Aspectos Inovadores Relacionados a Prática:

Até o final de 2030, o Conservador das Araucárias pretende ter em restauração cerca de 7 mil hectares de Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade e um dos mais ameaçados de extinção do mundo, com possibilidade de gerar créditos de carbono, que serão validados frente a um padrão internacional. O objetivo é facilitar a realização de outras iniciativas dessa natureza e deixar um legado de conservação ambiental deste bioma.
O Conservador das Araucárias inclui também a elaboração de projetos técnicos de regeneração natural específicos para cada área, com orientações para adequação ambiental das propriedades. As intervenções de restauração, como semeadura direta e enriquecimento ecológico ativo e passivo, possibilitam a recuperação de água e a fertilidade do solo das áreas restauradas, valorizando as propriedades que têm no pagamento pelo carbono acumulado a possibilidade de geração de renda. A manutenção e recuperação de serviços ecossistêmicos, isto é, dos benefícios da natureza para os seres humanos, garantem a manutenção da biodiversidade, também fundamental para o bem-estar das pessoas.

O projeto prevê ainda a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Nacional (RPPNs) como forma de garantir a conservação das florestas no longo prazo.

O programa também incentiva, constrói e fortalece as relações de parceria, integrando diferentes atores, fundamental para o avanço de agendas coletivas em prol da restauração dos ecossistemas, do combate às mudanças climáticas e da implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

Em conjunto com a Apremavi, desenvolveu-se um modelo de restauração ecológica      da Mata Atlântica, que inclui a restauração florestal de áreas alteradas em propriedades rurais, com espécies nativas, aliada à captura de carbono para mitigar as mudanças climáticas. As mudas utilizadas no projeto de restauração são todas preparadas no      Viveiro Jardim das Florestas da Apremavi, que produz mudas em embalagem de papel de mais de 200 espécies, a maioria nativa da Mata Atlântica.

O projeto visa beneficiar as comunidades locais, a flora, a funga e a fauna da região e agregar esforços para promover a biodiversidade e combater as mudanças climáticas.

Contribuição da Prática para o Desempenho da Empresa:

Até o final de 2030, o Conservador das Araucárias pretende ter em restauração cerca de 7 mil hectares de Mata Atlântica, um dos biomas mais ricos em biodiversidade e um dos mais ameaçados de extinção do mundo, com possibilidade de gerar créditos de carbono, que serão validados frente a um padrão internacional. O objetivo é facilitar a realização de outras iniciativas dessa natureza e deixar um legado de conservação ambiental deste bioma.
O Conservador das Araucárias inclui também a elaboração de projetos técnicos de regeneração natural específicos para cada área, com orientações para adequação ambiental das propriedades. As intervenções de restauração, como semeadura direta e enriquecimento ecológico ativo e passivo, possibilitam a recuperação de água e a fertilidade do solo das áreas restauradas, valorizando as propriedades que têm no pagamento pelo carbono acumulado a possibilidade de geração de renda. A manutenção e recuperação de serviços ecossistêmicos, isto é, dos benefícios da natureza para os seres humanos, garantem a manutenção da biodiversidade, também fundamental para o bem-estar das pessoas.

O projeto prevê ainda a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Nacional (RPPNs) como forma de garantir a conservação das florestas no longo prazo.

O programa também incentiva, constrói e fortalece as relações de parceria, integrando diferentes atores, fundamental para o avanço de agendas coletivas em prol da restauração dos ecossistemas, do combate às mudanças climáticas e da implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

Em conjunto com a Apremavi, desenvolveu-se um modelo de restauração ecológica      da Mata Atlântica, que inclui a restauração florestal de áreas alteradas em propriedades rurais, com espécies nativas, aliada à captura de carbono para mitigar as mudanças climáticas. As mudas utilizadas no projeto de restauração são todas preparadas no      Viveiro Jardim das Florestas da Apremavi, que produz mudas em embalagem de papel de mais de 200 espécies, a maioria nativa da Mata Atlântica.

O projeto visa beneficiar as comunidades locais, a flora, a funga e a fauna da região e agregar esforços para promover a biodiversidade e combater as mudanças climáticas.

Resultados Sociais e Ambientais Obtidos com a Prática:

No aspecto ambiental, já tivemos resultados positivos, entre eles:
● 2.593 hectares de terras em restauração até maio de 2025;

● Regiões de importância para os corredores ambientais, cuja prioridade converge com o que é importante para os programas nacionais de restauração. Aqui, há a preferência por fazer restauração de áreas de corredores ecológicos;

● Relevância hídrica das áreas – grande quantidade de nascentes presentes, regiões de origem de rios importantes (Rio Uruguai);

● Aspectos de biodiversidade: proteção de espécies ameaçadas da região, como a araucária (Araucaria angustifolia), o xaxim-bugio (Dicksonia sellowiana), o papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea), o papagaio-charão (Amazona pretrei) e diversas outras. São cerca de 8 mil espécies endêmicas, ou seja, que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo, sendo 2.845 bichos e plantas sob risco de desaparecer da floresta atlântica e oito que já foram extintos segundo o IBGE (2023);

● Fauna: criar as condições para que espécies ameaçadas no ecossistema possam viver/crescer;

● RPPNs: como benefício adicional, o projeto está propondo e apoiando a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural nas áreas atendidas, essa é uma maneira de garantir a conservação dessas áreas no longo prazo e ainda contribui com as metas nacionais e internacionais de restauração. A primeira RPPN do projeto já está sob avaliação do ICMBio e deve ser homologada ainda em 2025.

No aspecto social, também podemos salientar resultados positivos:

● Dos 13 contatos assinados, dez foram com pequenos produtores, a fim de apoiar na restauração de áreas, geração de renda e adequação à legislação ambiental. Eles recebem orientação sobre o que precisa ser restaurado ou enriquecido para se adequar à legislação, como cuidar do meio ambiente no local. Por exemplo, em setembro de 2024, foi lançado o Guia de Coleta de Sementes Nativas da Mata Atlântica com o objetivo de compartilhar os saberes sobre as atividades de coleta, beneficiamento e armazenamento das sementes; os coletores de sementes também recebem um caderno para o registro das sementes encontradas. Além disso, os produtores que fazem parte do projeto também recebem o pagamento da antecipação de carbono pelas áreas restauradas e conservadas. São R$500,00 pagos por hectare por ano (valor atualizado anualmente). Produtores de sementes: pessoas dedicadas a fazer coleta e separação de sementes que vão se transformar em mudas para serem plantadas. Neste caso, recebem treinamento e pagamento pelo quilo de semente coletada para que façam a coleta e preparação das sementes. A catação atinge outras pessoas além dos proprietários de terra. Os coletores engajados são moradores de seis projetos de assentamento de Abelardo Luz (SC). Além da araucária, são mais de 20 espécies de árvores nativas da Floresta com Araucárias, com potencial de expandir para 91 espécies coletadas. Em 2024, foram comprados 207,16 quilos de sementes nativas, ampliando a rede de coleta, promovendo diversidade genética das mudas produzidas e gerando renda para moradores das comunidades beneficiadas e valorizando o conhecimento local sobre o território.

Gestão da Prática Relatada:

Por se tratar de uma iniciativa global da Tetra Pak, o Conservador das Araucárias está diretamente alinhado à estratégia mundial da empresa. No Brasil, país escolhido para sua implementação, o projeto traduz em ações concretas os compromissos e missões da companhia. Por isso, lideranças em diversos níveis, inclusive C-Level, estão atuando diretamente no Conservador das Araucárias, contribuindo tanto para a estruturação da governança quanto para o engajamento da cadeia de valor, como clientes e parceiros.

Possibilidade de Disseminação ou Replicação:

Com a força de um projeto global da Tetra Pak, o Conservador das Araucárias está totalmente alinhado ao objetivo de neutralizar a pegada de carbono do grupo e de toda cadeia de valor e, por isso, trata-se de uma ação de longo prazo e que tende a ser replicada em outras localidades com a mesma finalidade. Um dos exemplos desse desejo de ampliação e continuidade é o apoio às RPPNs nas áreas atendidas. Essa é uma estratégia que garante a conservação permanente das áreas e contribui com metas nacionais e internacionais de biodiversidade e restauração florestal. Já em fase de avaliação pelo ICMBio, a primeira RPPN do Conservador das Araucárias tem previsão de homologação ainda em 2025, o que marca os primeiros passos em um caminho de consolidação e ampliação da iniciativa em diferentes territórios.
Link para dados do Conservador das Araucárias: https://www.tetrapak.com/pt-br/sustainability/focus-areas/biodiversity-and-nature/responsible-sourcing/land-restoration/conservador-das-araucarias