MOTIVA
A Nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil e o Plano Clima representam oportunidade para o país se consolidar como um líder global de descarbonização, especialmente por ser a sede da COP30, tendo o setor de transportes como responsável por 11% das emissões de GEE nacionais. O plano desenvolvido pela Coalizão tem o objetivo de contribuir ativamente na redução das emissões de GEE por meio de soluções práticas e mensuráveis.
Dentro as mais de 90 iniciativas do plano, três vetores críticos de descarbonização têm potencial para contribuir com mais de 255M ton CO2e até 2050, são eles: i. Mudança na matriz de transportes para modais mais eficientes; ii. Expansão da infraestrutura de recarga/eletropostos públicos para viabilizar aumento da frota de veículos (híbridos e elétricos) e iii. Expansão do uso de biocombustíveis.
O plano também dedica atenção especial à mobilidade urbana, propondo ações para qualificar o transporte coletivo, ampliar a infraestrutura para pedestres e ciclistas, promover a integração entre modais e estimular mudanças de comportamento nos deslocamentos diários. A expectativa é de que essas ações não apenas reduzam emissões, mas também melhorem a qualidade de vida nas cidades, ampliem o acesso a oportunidades e tornem os sistemas de transporte mais resilientes.
Esse esforço coletivo posiciona o Brasil como um dos protagonistas globais na transição para uma mobilidade de baixo carbono. Ao unir setor privado, associações setoriais e instituições acadêmicas, a Coalizão demonstra que a descarbonização dos transportes é viável, necessária e urgente — e que pode gerar impactos positivos para o meio ambiente, a economia e a sociedade como um todo.
Ao impulsionar um plano robusto com 90 ações integradas para reduzir até 70% das emissões dos transportes até 2050, a Motiva e demais empresas reforçam seu compromisso com práticas sustentáveis, alinhadas com as políticas climáticas nacionais e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Isso fortalece sua governança ESG e a coloca na vanguarda do setor, ampliando sua credibilidade com investidores, clientes e órgãos reguladores.
Ao liderar uma iniciativa multissetorial que propõe eletrificação de frotas, rebalanceamento modal e uso de biocombustíveis, a Coalizão oferece ao setor uma rota clara e técnica para a transição energética. Isso posiciona a Motiva como protagonista na consolidação de uma matriz de transporte mais eficiente e resiliente.
A prática se destaca pela integração inédita entre todos os modais de transporte, promovendo uma abordagem sistêmica e colaborativa com visão de longo prazo. Um dos aspectos mais inovadores é a construção de um plano baseado em métricas operacionais reais, com estimativas de impacto ambiental e econômico detalhadas, o que fortalece a tomada de decisão pública e privada. Além disso, a Coalizão propõe a criação de um mercado estruturado de infraestrutura verde no Brasil, que articula o setor de transportes com políticas climáticas globais, ampliando o potencial de investimentos sustentáveis no país.
Outro diferencial é o caráter propositivo e participativo do plano: ele não apenas cobra mudanças, mas oferece soluções viáveis, mensuráveis e escaláveis.
A Nova Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil e o Plano Clima representam oportunidade para o país se consolidar como um líder global de descarbonização, especialmente por ser a sede da COP30, tendo o setor de transportes como responsável por 11% das emissões de GEE nacionais. O plano desenvolvido pela Coalizão tem o objetivo de contribuir ativamente na redução das emissões de GEE por meio de soluções práticas e mensuráveis.
Dentro as mais de 90 iniciativas do plano, três vetores críticos de descarbonização têm potencial para contribuir com mais de 255M ton CO2e até 2050, são eles: i. Mudança na matriz de transportes para modais mais eficientes; ii. Expansão da infraestrutura de recarga/eletropostos públicos para viabilizar aumento da frota de veículos (híbridos e elétricos) e iii. Expansão do uso de biocombustíveis.
O plano também dedica atenção especial à mobilidade urbana, propondo ações para qualificar o transporte coletivo, ampliar a infraestrutura para pedestres e ciclistas, promover a integração entre modais e estimular mudanças de comportamento nos deslocamentos diários. A expectativa é de que essas ações não apenas reduzam emissões, mas também melhorem a qualidade de vida nas cidades, ampliem o acesso a oportunidades e tornem os sistemas de transporte mais resilientes.
Esse esforço coletivo posiciona o Brasil como um dos protagonistas globais na transição para uma mobilidade de baixo carbono. Ao unir setor privado, associações setoriais e instituições acadêmicas, a Coalizão demonstra que a descarbonização dos transportes é viável, necessária e urgente — e que pode gerar impactos positivos para o meio ambiente, a economia e a sociedade como um todo.
No âmbito ambiental, as ações do setor de transporte nos permitirão evitar a emissão de 290M de toneladas de CO₂ até 2050, contribuindo significativamente para o combate às mudanças climáticas. Do ponto de vista social, o plano visa melhorar diretamente as condições de vida da população. Isso acontecerá por meio da melhoria da saúde, da implementação de políticas inclusivas de mobilidade urbana e do estímulo à criação de empregos verdes para combater as desigualdades sociais. Além disso, o envolvimento de mais de 50 organizações potencializa a colaboração multissetorial, ampliando o impacto positivo em toda a sociedade.
Mais detalhes: www.motiva.com.br/esg/ambiental/
A liderança da Motiva, representada pelo CEO Miguel Setas, teve papel central na concepção e articulação da Coalizão para a Descarbonização dos Transportes, mobilizando setores estratégicos e liderando o diálogo com o governo federal. A alta gestão esteve envolvida desde o início, garantindo alinhamento com a estratégia ESG da companhia e com seus compromissos climáticos de longo prazo. A prática é coordenada por um modelo de governança colaborativa, com envolvimento técnico de áreas de sustentabilidade, inovação e negócios, o que reforça o compromisso institucional com resultados concretos e de impacto sistêmico.
A prática tem alto potencial de disseminação e replicação, pois foi construída com base em dados técnicos, metas claras e soluções escaláveis que podem ser adaptadas a diferentes regiões e contextos logísticos do país. O envolvimento de múltiplos setores e a articulação com políticas públicas garantem maior capilaridade e influência sobre decisões estratégicas. A continuidade está assegurada pelo alinhamento ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima e pela liderança ativa da Motiva e parceiros, reforçando o compromisso de longo prazo com a descarbonização da mobilidade.