30/11/2009 - Prêmio ECO homenageia ganhadores em cerimônia em São Paulo
O Prêmio ECO reconheceu em cerimônia nesta sexta-feira (27/11), na Amcham-São Paulo, os ganhadores de sua 27ª edição. Conheça quem são eles:
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Na categoria Sustentabilidade em Novos Projetos, venceram:A Klabin, empresa brasileira de base florestal que é hoje é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do país, detectou a necessidade de ampliar sua produção de papelcartão em razão de projeções que mostravam o crescimento da demanda. Por esta razão desenvolveu o Projeto de Expansão MA-1100, no qual investiu R$ 2,2 bilhões (o maior investimento de sua história), dos quais R$ 300 milhões em meio ambiente. O planejamento focou o estabelecimento de uma linha de produção sustentável, que permitisse a elevação da capacidade produtiva da Unidade Monte Alegre, localizada em Telêmaco Borba (PR), a um custo menor, e com reduzido impacto ambiental.
O objetivo do Projeto foi a instalação da Máquina de Papel nº 9 (MP-9), capaz de produzir 350 mil toneladas de papelcartão por ano – o que tornou a unidade a décima maior fábrica integrada de celulose e papéis do mundo e a Klabin um dos seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras não-recicladas. Para abrigá-la foi construído um novo prédio de 300 metros de comprimento, e instalaram-se uma nova caldeira de biomassa (que possibilitiou aumentar a capacidade de autogeração de energia renovável da Unidade Monte Alegre) e outra de recuperação. Com mais esses dois equipamentos, é possível elevar a geração de vapor para 700 toneladas por hora – e, com isso, elevar a participação dos combustíveis renováveis para 96% da matriz energética. Uma nova linha de processamento de madeira também foi incorporada, assim como um turbogerador capaz de produzir 70 MW por hora de energia (e, com isso, elevar a 70% a auto-suficiência da Unidade).
O Projeto adotou tecnologias mais limpas, buscou a eficiência energética e implantou sistemas especiais para o tratamento de efluentes – o que posicionou a fábrica como uma das mais avançadas no mundo em desempenho ambiental no setor de papel e celulose. Também foram investidos R$ 60 milhões na modernização do sistema de colheita de madeira, que incorporou algumas das mais avançadas tecnologias mundiais do setor, permitindo o melhor aproveitamento dos recursos naturais com o menor impacto ao meio ambiente. Além disso, os resíduos de biomassa gerados nas operações de colheita florestal e no processamento da madeira nas serrarias do pólo madeireiro de Telêmaco Borba são processados pela caldeira de biomassa, contribuindo para a utilização desta fonte de energia limpa na fábrica e para a redução do passivo ambiental do município.
A empresa levou em conta os impactos sociais que o Projeto de expansão poderia causar sobre a cidade de Telêmaco Borba e região, e planejou ações que levaram em conta a mitigação destes impactos e o bem-estar das populações da região e do município. No período da implantação do projeto passaram pela unidade 23.780 trabalhadores temporários, vindos de diversas regiões do Paraná e de outros estados.
Com vistas a tornar os processos produtivos mais sustentáveis, a MAUBISA SA buscou implantar, em um dos negócios que administra, a Fazenda Canaã, localizada no município paulista de Luiz Antônio, a plantação de seringueiras, juntamente com espécies nativas, para a reestruturação de sua reserva legal.
Trata-se de uma iniciativa inovadora e pioneira no Brasil, que contou com o importante apoio da Polifer Agrícola e a Florente Consultoria Ambiental. Resultado da consciência ambiental e empreendedora desse grupo de empresas, preocupadas em transformar uma realidade, originou, em janeiro de 2008, o Plano de manejo Agroflorestal para reabilitação de Reserva Legal em consórcio da cultura da seringueira e espécies nativas da região, bem como recuperação das Áreas de Preservação Permanente– APP, da Fazenda Canaã. Trata-se do primeiro Projeto do país que consorcia seringueira a árvores nativas, que possibilitou o plantio de 100 mil espécies nativas e mais de 20 mil seringueiras. Está prevista, ainda, a contratação de 20 profissionais especializados na extração do látex e um aumento na rentabilidade anual da propriedade, a partir da extração do látex, em 400 mil reais.
Iniciativas inovadoras como a que está em curso na Fazenda Canaã se inserem no novo contexto de desenvolvimento sustentável que considera cinco dimensões fundamentais: econômica, financeira, cultural, ambiental e social. Ele surge como importante instrumento de mitigação do aquecimento global, a partir do estabelecimento de mecanismos que propiciem o manejo mais sustentável dos solos, tratamento de efluentes e gases poluentes provenientes do processo industrial, entre outras iniciativas. Surge ainda, diante da necessidade da adoção de práticas mais sustentáveis nos processos produtivos, por levar em consideração formas adequadas e saudáveis de trabalho.
Hoje, ser sustentável significa preocupar-se, de forma efetiva, com a construção de um planeta mais sustentável, ter maior acesso a mercados estrangeiros, maior admiração dos consumidores-- cada dia mais exigentes em matéria de sustentabilidade-- e, consequentemente, ter seu principal ativo intangível, sua marca, cada dia mais valorizada. Trata-se de um novo paradigma de desenvolvimento, perseguido por um número cada vez maior de empresas e nações.
A abertura do mercado brasileiro, a partir de 1992, trouxe modificações para o cenário jurídico nacional. A globalização pressionou os escritórios de advocacia a aumentarem sua eficiência e agilidade. A mudança de paradigma da década de 1990 foi a tônica para a criação, em 2001, do Escritório Cabanellos Schuh Advogados Associados, que nasceu com propósitos arrojados de eficiência gerencial e sustentabilidade, voltado para o mercado corporativo. Assim, alcançar elevados índices de produtividade no acompanhamento de uma carteira de aproximadamente 50.000 processos ativos, cortando desperdícios, era, mais do que meta, uma questão estratégica. O Sigma representa uma inovação com impacto direto sobre a rentabilidade. Porém, mais do que isso, o arquivamento em papel representava um retrocesso, em desacordo com a filosofia de trabalho do Cabanellos Schuh.
O Sistema Integrado de Gestão da Informação (Sigma) é um projeto inovador na área jurídica, com significativa mudança na visão do negócio e da cultura organizacional. Nos modelos tradicionais, processos jurídicos consomem grande volume de papel e demandam aumento contínuo de recursos humanos, espaciais e gerenciais de controle. Disposto inverter esta lógica, o Sigma começou pelo arquivamento digital dos processos, mas se expandiu, rapidamente, para a total virtualização das rotinas e fluxos de informação.
Um sistema foi desenhado sob medida para o Cabanellos Schuh. Via extranet, todas as áreas, inclusive sedes nas três capitais da Região Sul, mais a representação em Brasília e os 20 escritórios correspondentes estão integrados. O primeiro passo foi a criação de um Centro de Documentação (Cedoc), introduzindo métodos profissionais de arquivologia. Através de seus dois portais – Serviços de Gestão Jurídica e Informações Gerenciais – o compartilhamento de informações diminui distâncias. O banco de dados pode ser acessado, simultaneamente, por vários advogados. Assim, uma causa que mereça uma avaliação ou discussão do grupo não exige deslocamento. Todos têm acesso às mesmas informações remotamente. A integração da informação simplificou processos e reduziu o consumo de vários insumos, entre papel, módulos de arquivo, cópias, serviços de correios e malote. Além disso, a organização sistemática das informações de cada cliente trouxe ganhos em transparência. O sistema melhorou a gestão de risco que, para a área corporativa, é essencial.
Além de ser uma alternativa ecologicamente correta, os dados contábeis confirmam a viabilidade do Sigma. A rentabilidade que havia sido projetada em 10% para 2009, no acumulado do ano, em setembro, já apresentava o índice 19,5%. A estimativa de crescimento para o ano é de 35%.
O Sigma é um modelo aplicável mesmo para escritórios de pequeno porte. Os maiores investimentos foram feitos máquinas scanners e no desenvolvimento do programa, aproximadamente R$ 85.000,00. Enquanto os 50.000 processos teriam consumido mais de R$ 400 mil só em módulos de arquivo.
A Itaipu Binacional, criada por um tratado entre o Brasil e o Paraguai com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência, fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio. O monitoramento das condições da água constatou que a região apresentava graves problemas ambientias: assoreamento, eutrofização, mexilhão dourado e algas, decorrentes do desmatamento, erosão, aporte de nutrientes, uso de agrotóxicos, esgotos e lixo. Diante das evidências desses impactos ambientais que limitam os usos múltiplos das águas, e principalmente revelavam, uma problemática quanto à sustentabilidade na região, que por sua vez contribuiu para problemática global, a Itaipu, através de um planejamento estratégico situacional, decidiu ampliar sua missão, outrora focada no aproveitamento hidráulico das águas para geração de energia para: “Gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”. A primeira decorrência foi considerar a bacia hidrográfica como unidade de planejamento, passando a atuar em 29 municípios na região da Bacia Hidrográfica Paraná 3, com 8000 km2 de área e uma população de aproximadamente de 1 milhão de habitantes. Com o objetivo de inferir pró-ativamente na região, exercendo um papel protagonista pela sustentabilidade, criou em 2003 o Programa Cultivando Água Boa - CAB, fundamentado em documentos planetários como a Carta da Terra, Agenda 21, Metas do Milênio, Pacto Global, Protocolo de Kyoto, Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, e outros. O programa objetiva estabelecer critérios e condições para orientar as ações socioambientais relacionadas com a conservação dos recursos naturais, centradas na qualidade e quantidade das águas e na qualidade de vida das pessoas. Trata-se de um movimento de participação permanente, em que a Itaipu Binacional e parceiros, além de voluntariamente mitigar e corrigir passivos ambientais significativos, trabalha com a sociedade para mudar seus valores: modos de ser/sentir, viver, produzir e consumir, com base na ética do cuidado.
Com o projeto, a Mars Brasil garante: preservação e conservação dos recursos hídricos na região de Mogi Mirim; segurança e autonomia do abastecimento de água da fábrica (a fábrica utiliza 14 mil metros cúbicos de água ao mês. Por dia, a média é de 470 mil litros); reduz os custos operacionais; melhora da qualidade da água nos processos; reduz o consumo d’água e geração de efluentes. Em outras palavras, todo o projeto potencializa o trabalho da Mars em Sustentabilidade e reduz os custos da operação.
Em números:
R$ 1,1 milhão – valor da economia anual a ser gerada;
R$ 4,25 milhões é o total de investimento;
Três anos é o tempo estimado para o retorno dos investimentos.
Desde o seu funcionamento, o projeto gera benefícios como: eliminação dos efluentes líquidos nos Mananciais - a captação das águas pluviais permitiu a redução do lançamento de efluentes industriais em cursos de água; a disponibilização de Outorgas - a redução do volume de captação de água em função do reuso gerou um aumento da disponibilidade de água na bacia hidrográfica da região para o suprimento dos demais usuários, como, abastecimento público, implantação de novos empreendimentos e a preservação e conservação do meio ambiente; conformidade ambiental em relação aos padrões e normas ambientais estabelecidos no Brasil; habilitação para receber incentivos e coeficientes redutores dos fatores da cobrança pelo uso da água.
Presente no futuro com sustentabilidade, a Mars Mogi Mirim dá seu exemplo neste programa, promovendo a recuperação da Qualidade das Águas por investimentos contínuos em sistemas e tecnologias eficientes de purificação, que operados com Responsabilidade Técnica e Segurança, auxiliarão na preservação do planeta, que é de todos, do futuro, e da vida com Liberdade.
Desenvolvimento de Cartão plástico para aplicações bancárias e comerciais produzido com PET reciclado pós consumo, utilizando matéria-prima reciclada, obtida do processo de reciclagem de garrafas PET (refrigerante e água) pós consumo. O projeto tem forte apelo no âmbito sócio-ambiental, estimulando a criação de cooperativas de catadores de lixo e o aumento da renda de pessoas carentes com o uso de material reciclado em aplicação nobre além de estimular uma mudança de atitude em relação a preservação do meio ambiente.Primeiro estabelecemos todos os parâmetros e diretrizes para a produção efetiva de cartões plásticos com PET reciclado pós consumo, atendendo todos os parâmetros da Norma ISO, comprovadas por testes realizados em laboratórios internacionais e especializados no setor. Segundo, trabalhamos na a homologação deste material junto a importantes bandeiras, como MasterCard e VISA. Terceiro, comprovamos a importância e sustentabilidade desse produto quando o Bradesco, uma das maiores instituições financeiras privadas do país se tornou o pioneiro no setor a comprar e utilizar Cartões Pet Reciclados Pós Consumo. O Cartão Reciclado Pós Consumo tem vida útil maior, gera inclusão social, tem baixo impacto ambiental pois é obtido de recursos renováveis e assim diminui usos de recursos naturais. É um produto diferenciado em todo o mercado por utilizar material reciclado para a confecção de um produto nobre, dando destino final para milhões de garrafas pós consumo que são descartadas ao meio ambiente. Contribui para a manutenção dos recursos naturais para as próximas gerações. Um exemplo: para a produção de 10.000 cartões são necessárias aproximadamente 832 garrafas PET de 2 litros.
Conceito sustentável inovador em laminados termoplásticos para diferentes mercados.
A cada ano, dezenas de novos serviços e tecnologias diferenciadas são oferecidas aos clientes pelo Grupo Artecola. A Inovação é alvo de suas ações estratégicas competitivas, e estar sempre à frente em tecnologia é um dos caminhos para a obtenção da liderança em diferentes mercados.
Dentro desta visão, a Artecola atua com foco na sustentabilidade, propondo inovações que proporcionem ganhos competitivos para os clientes, além de ganhos ambientais para toda a sociedade. O objetivo é manter-se sempre à frente no desenvolvimento de novos produtos, antecipando demandas e interpretando os sinais do mercado.
Neste contexto, foi desenvolvido o conceito ECOFIBRA de laminados termoplásticos, com um portfólio de produtos inovadores e ecoeficientes, que se destinam a inúmeras aplicações em diferentes setores: automotivo, moveleiro, calçadista e de construção civil, entre outros.
Esta linha se diferencia pelo alto nível de ecoeficiência, utilizando polímeros 100% recicláveis e fibras vegetais entre as principais matérias-primas. As fibras vegetais são oriundas de resíduos de cana-de-açúcar, de casca de coco ou pó de madeira, alternativas de matéria-prima existentes no Brasil. Com isso, além de reutilizar resíduos no processo produtivo, o conceito ECOFIBRA proporciona também a produção de um material inovador em design, com aspecto visual vinculado à identidade cultural brasileira.
Em geral, produtos similares são 100% produzidos a partir de polímeros de origem petroquímica, uma fonte não-renovável. A linha ECOFIBRA pode alcançar até 82% de biomassa em sua composição, dependendo da aplicação. No mínimo um terço de sua composição contém fibras vegetais, substituindo polímeros de origem petroquímica por matéria-prima de fonte renovável.
Especificamente no uso de fibra de cana-de-açúcar, há ganho ambiental ainda mais importante, uma vez que o crescimento da demanda pelo etanol vem aumentando a produção (16% de 2008 para 2007), o que também aumenta a quantidade de resíduos gerada. A linha Ecofibra contribuiu para reduzir parte das sobras desta atividade.
Em menos de dois anos no mercado, a linha ECOFIBRA, lançada em 2008, já contribuiu de maneira expressiva para o crescimento dos negócios de Laminados da empresa, mostrando-se uma verdadeira inovação ao reunir atributos inéditos e desempenho de mercado.
Com base nas informações acima, é possível perceber uma grande mudança na concepção do produto em relação a materiais concorrentes, priorizando plenamente o conceito de sustentabilidade na inovação. O ciclo se completa com a total reutilização das sobras de corte e refilo como material virgem, que pode voltar a ser trabalhado sem qualquer alteração de propriedades. O mesmo vale para os materiais descartados que tenham sido produzidos com esta tecnologia, zerando a geração de resíduos sólidos na linha ECOFIBRA.
Mais informações: www.artecola.com.br.
A Dedini S/A Indústrias de Base é uma empresa de bens de capital sob encomenda, com ênfase no setor sucroenergético.
Sintonizada com o contexto atual da sustentabilidade, e objetivando a redução das emissões de Gases do Efeito Estufa - GEE, a Dedini desenvolveu tecnologias que se integram na “USD – Usina Sustentável Dedini”. Uma das ênfases da USD é o aspecto ambiental, com destaque para a contribuição da USD na redução das emissões de CO2, quando comparada às de uma usina tradicional. Na USD ocorre a produção otimizada de 6 Bioprodutos: Bioaçúcar, Bioetanol, Bioeletricidade, Biodiesel, Biofertilizante e Bioágua, de forma integrada, para potencializar a viabilidade social, ambiental e econômica do agronegócio como um todo.A USD é avaliada pela análise do balanço de CO2 no ciclo de vida do etanol, desde a sua produção agrícola e industrial até o consumo, onde são computadas as emissões “ocorridas”, as “absorvidas” e as “evitadas”, sendo que nesta ultima considera-se a redução obtida pela substituição da gasolina por etanol equivalente nos veículos . O balanço final comprovou a vantagem, não só pela substituição do combustível fóssil por um renovável, como do etanol produzido na USD sobre aquele da usina tradicional: o efeito mitigador do etanol da USD foi 34% maior.
O produto USD, no estado-da-arte e hoje disponível, é pioneiro de uma “família de produtos” que já se encontra em desenvolvimento na Dedini, com grande atrativo para o mercado, por apresentar um diferencial extremamente importante: a potencialização da redução das emissões de GEE.Preocupada com a escassez mundial de água doce, a DEDINI considerou como parte da USD a minimização do consumo, substituindo etapas consumidoras de água e recuperando-a dos efluentes da usina tradicional. O projeto resultante pode ser implantado em etapas: a “Usina Auto-suficiente em Água” e a “Usina Exportadora de Água”.
A “Usina Auto-suficiente em Água”, é aquela na qual a água contida na cana de açúcar é suficiente para atender todo o processo industrial, não havendo necessidade de captação de água de mananciais. A “Usina Exportadora de Água”, utilizando tecnologia mais avançada, gera um excedente de água e produz um fertilizante organo-mineral granulado, denominado de Biofom. Destaque-se que na usina tradicional, o consumo de água atinge 22 litros de água por litro de etanol, sendo zero na “Auto-suficiente” e na “Exportadora” , produz-se um excedente de 4 litros de bioágua por litro de etanol.
Os benefícios das “USD”, para os clientes e para o país, podem ser medidos por avaliações específicas para cada usina, tais como:
Produção do “Bioetanol Premium”, contribuirá para a superação de barreiras comerciais pela sua maior sustentabilidade;
Possibilitam uma redução direta de 1,82 kg de CO2 por litro de etanol anidro (mitigação de 86,1% das emissões da gasolina) e a USD, no estado da arte, evita 2,43 kg na mesma base (mitigação de 115%), ou seja, 34% a mais!
Enquadram-se no conceito “zero”: “zero resíduos”, “zero efluentes”, “zero odores” e atinge “mínimas emissões”.
Para a Surya Brasil, SUSTENTABILIDADE não é somente um aspecto que faz parte dos negócios da empresa. É, na verdade, o elemento motivador para a fabricação de seus produtos, bem como na relação com colaboradores, fornecedores e clientes.
Em vez de a sustentabilidade ter sido desenvolvida ao longo da existência da empresa, ela foi a base para a criação da Surya já desde o início das operações da empresa.
O fato de os produtos serem elaborados com formulação livre de ingredientes agressivos resulta num produto livre de riscos para o consumidor, o que previne a empresa contra um feedback negativo relativo a reações adversas causadas pela formulação dos produtos – fato corriqueiro em marcas convencionas com formulação baseada em ativos artificiais.
A inteligência ecológica da Surya Brasil pressupõe a utilização de ativos vegetais como principais ingredientes, de modo a valorizar a cadeia de sustentabilidade inerente ao conceito da empresa, revelando:
- o comprometimento com a Natureza: Respeito às políticas ambientais, respeito aos direitos animais e a todas as formas de vida.
- o comprometimento com as comunidades: Respeito aos Direitos Humanos, promoção do desenvolvimento social, desenvolvimento de programas nas áreas de educação, cultura, saúde e bem estar.
A Inteligência Ecológica implementada pela Surya Brasil move a empresa a oferecer resultados também no âmbito social e ambiental:
A não utilização de substâncias químicas agressivas implica a redução do impacto ambiental, pois elimina ou reduz a utilização de ingredientes de origem petroquímica ao mesmo tempo que reduz também o impacto causado pelos resíduos dos cosméticos no meio ambiente. As ações da Surya Solidária – divisão da empresa dedicada a ações em prol da sociedade e do meio ambiente – são um resultado social obtido através da Inteligência Ecológica. São ações que têm por objetivo construir um relacionamento de compromisso e de responsabilidade.
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| Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, concede o Prêmio Eco a Clélia Cecilia Angelon, presidente fundadora da Surya Brasil... | Maria Luisa Pinto, diretora executiva de Desenvolvimento Sustentável do Banco Santander Brasil... | e Estelita Thiele, gerente de Gestão de Relacionamento da Natura Cosméticos |
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| Alexandre Silva, presidente do Conselho de Administração da Amcham, entrega troféus a Reinoldo Poernbacher, diretor da área de Gestão da Codevasf... | Raimundo Deusdará Filho, diretor da área de Gestão da Codevasf (esq.), e representantes da empresa... | e Marcelo Biagi, diretor da Maubisa. |
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| Célia Franco, editora executiva do jornal Valor Econômico, homenageia Luiz Henrique Cabanellos Schuh, sócio fundador do escritório Cabanellos Schuh Advogados Associados... | Zotico Luiz Schmitz da Silva, gerente industrial da Masterfoods Brasil Alimentos/Campinas... | e Margaret Mussoi L. Groff, diretora financeira executiva da Itaipu Binacional, e Nelson Friedish, diretor de Meio Ambiente e executivos do grupo |
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| Yeda Novaes, presidente do comitê de gestão sustentável da Amcham, entrega o prêmio a Fernando Castejon, presidente da IntelCav Cartões... | Fábio Levada, comercial da Artecola Indústrias Químicas... | e Marcílio Nogueira do Amaral Gurgel, engenheiro de projetos sênior da Dedini Indústrias de Base |