História Prêmio Eco

Lançado pela Amcham em 1982, o Prêmio ECO® foi pioneiro no reconhecimento de empresas que adotam práticas responsáveis e gerou uma rica reflexão sobre o desenvolvimento empresarial sustentável no Brasil. O nome ECO, fusão das palavras empresa e comunidade, traduz o interesse de seus criadores em fazer dele um instrumento de compromisso corporativo com o desenvolvimento social, Ambiental e Econômico.

Ao longo dos anos o Prêmio ECO ganhou reconhecimento pela antecipação de tendências e por sua influência positiva no comprometimento das empresas com o tema da sustentabilidade.

Em 2008, o Prêmio ECO passou a ser uma realização conjunta da Amcham e do jornal Valor Econômico, que uniram forças a fim de multiplicar o conceito da gestão empresarial para a sustentabilidade. A premiação foi estendida a todas as classes de empresas atuantes no País inclusive as públicas, segmentadas por porte, o que incentivou a participação de pequenas e médias. Com a implantação do site oficial, as inscrições e o envio dos dados relativos aos projetos passaram a ser feitos obrigatoriamente online. Além de dar ao processo mais agilidade, o recurso eliminou o uso do papel e padronizou a forma como os trabalhos são visualizados pelos jurados.

Em 2009, o Prêmio ECO, procurando valorizar a importância da inovação aliada à sustentabilidade, passou a ter como foco o tema Inovação Sustentável na Gestão dos Negócios. Também em 2009 foi lançado o projeto Open House, que leva empresas para conhecer de perto grandes referências corporativas na aplicação de práticas sustentáveis, e foram criados comitês e eventos ligados a esse tema em várias unidades regionais da Amcham.

Em 2011 o escopo do Prêmio ECO foi ampliado ainda mais. O tema central, Estratégia, Liderança e Inovação, teve o objetivo de identificar cases empresariais produzidos por novas ideias, novos conceitos e novas formas de fazer negócios. Desse conceito surgiram as modalidades ELIS (Estratégia, Liderança e Inovação para a Sustentabilidade) e Práticas de Sustentabilidade, esta subdividida em duas categorias, Sustentabilidade em Processos e Sustentabilidade em Produtos ou Serviços. Também em 2011 o Prêmio ECO criou um banco de práticas, que permite ao púlico conhecer em detalhe os trabalhos inscritos na premiação desde 2008. Outra ação diferenciada foi a série de almoços de planejamento reunindo nomes importantes da sustentabilidade no País, como Ricardo Young, ex-presidente do Instituto Ethos, Sonia Favaretto, diretora de sustentabilidade da BM&F Bovespa, e Aron Belinky, que participa dos preparativos para a Rio+20. O Prêmio foi lançado em várias cidades do País, em eventos que tiveram a participação de grandes especialistas.

Essas novidades contribuíram para que fosse registrado um aumento de 32% no total de projetos inscritos em relação a 2010. Foram 108 trabalhos de 85 empresas, das quais 22 pequenas e médias e 63 de grande porte. Treze unidades de Federação estiveram representadas. Os projetos foram avaliados por um corpo de jurados especializados, e nossa equipe visitou os vencedores, o que proporcionou à premiação ainda mais credibilidade.

As cerimônias de premiação contaram com a presença de personalidades conectadas com o tema: Gro Harlem Brundtland, ex- primeira ministra da Noruega e criadora do conceito de Desenvolvimento Sustentável, Al Gore, vice-presidente dos Estados Unidos na gestão Bill Clinton e ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007, Sr. Jorge Gerdau, presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau, Jeremy Rifkin, autor de 17 best-sellers sobre o tema e, em 2011, uma mesa redonda com os especialistas da sustentabilidade: Prof. Jacques Marcovitch (USP), Guilherme Leal (Natura), José Luciano Penido (Fibria) e Eduardo Wannick (DuPont).

No ano de 2014 o Prêmio ECO completou 32 anos de vida e mostrou que maturidade e credibilidade é a base para novos horizontes. Fruto do escopo que vem amadurecendo e fomentando a governança da sustentabilidade nas empresas desde 2011, a Modalidade ELIS (Estratégia, Liderança e Inovação para a Sustentabilidade) galgou nova fase e apresentou duas novidades: a primeira é o alinhamento dos critérios de avaliação espelhados na abordagem ESG – Environmental, Social and Governance, que passam a ser os três pilares de sustentação dessa estrutura, que subentende que a dimensão financeira deve ser um pré-requisito auto declarado; a segunda é a segmentação de inscrição por setores econômicos, tornando a avaliação mais justa e mais assertiva. A partir de 2016, o Prêmio ECO passou a receber inscrições de micro empresas e startups, apliando assim o escopo da premiaçã e reconhecendo o vies empreendedor presente em inciativas brasileiras.

Ao longo dos anos o Prêmio ECO se consolidou como o mais respeitado prêmio de sustentabilidade empresarial do país. A cada edição o Prêmio ECO tem antecipado tendências e contribuído para que os holofotes da sustentabilidade apontem para aqueles que realmente estão fazendo a diferença no tema, por um Brasil e um mundo melhor para todos.

Sejam bem vindos ao Prêmio ECO Brasil!